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Full Version: Los países lusófonos aceptan la adhesión de Senegal
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España (Terra) - Una reunión de ministros abrió hoy los trabajos de la VII Cumbre de la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa (CPLP), en la que hubo consenso para la incorporación de Senegal y quedó aplazada la vinculación con Marruecos.


http://tinyurl.com/6s49fc
Fuente: http://www.inttranews.ne
Marruecos? Y esto? No entiendo... sus lenguas oficiales son francés y árabe... O me he perdido algo?

Mabel

Maria Isabel Wrote:
Marruecos? Y esto? No entiendo... sus lenguas oficiales son francés y árabe... O me he perdido algo?

Mabel


Y en Senegal también (y un 64% analfabetismo).

?

Maria Isabel Wrote:
Marruecos? Y esto? No entiendo... sus lenguas oficiales son francés y árabe...


Creo que nadie lo entiende… Rolleyes También Mozambique es miembro de la Commonwealth y creo que nadie sabe porqué… Rolleyes

Además de los ocho países de lengua oficial portuguesa también Guinea Ecuatorial y la República de Mauricio son miembros de la CPLP (son candidatos Marruecos, Macau y Galicia). El gobierno de Guinea Ecuatorial ha declarado al portugués el tercer idioma oficial del país en 2007 con el propósito de ser admitido a la CPLP. En Senegal el portugués se habla en Casamansa (provincias de Kolda y Zinguinchor), en la frontera con Guinea-Bissau.
Dicen que es por una cuestión histórica pero yo creo que es más bien una cuestión de política… Se supone que pronto va a haber "libertad de movimiento" entre todos los países de la CPLP…

Saludos a todos Smile

Cristina Santos Wrote:

Además de los ocho países de lengua oficial portuguesa también Guinea Ecuatorial y la República de Mauricio son miembros de la CPLP (son candidatos Marruecos, Macau y Galicia). El gobierno de Guinea Ecuatorial ha declarado al portugués el tercer idioma oficial del país en 2007 con el propósito de ser admitido a la CPLP. En Senegal el portugués se habla en Casamansa (provincias de Kolda y Zinguinchor), en la frontera con Guinea-Bissau.
Dicen que es por una cuestión histórica pero yo creo que es más bien una cuestión de política… Se supone que pronto va a haber "libertad de movimiento" entre todos los países de la CPLP…

Saludos a todos Smile


Cristina:

Busco sin suerte aquel tred tuyo con las banderas de los tantísimos lugares en que se habla portugués. ¿Tal vez puedas encontrarlo?

Au

Alicia I. Palmero Wrote:


Gracias, Ali, pero no es este. Es uno que tenía todas las banderas.
No logro ubicarlo. Es bien viejito porque, hasta donde recuerdo, Cristina fue una de las primeras personas que se anotó en el foro y que, por suerte para todos, comenzó a participar. También nos trajo un tred con música adorable.
Au

Au Wrote:
Busco sin suerte aquel tred tuyo con las banderas de los tantísimos lugares en que se habla portugués. ¿Tal vez puedas encontrarlo?

No me acuerdo del hilo. Es lo que pasa cuando se escribe demasiado… Rolleyes

Fala-se português nos seguintes países/territórios:
Angola (incluindo Cabinda), Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal (incluindo Madeira e Açores), São Tome e Príncipe, e Timor-Leste (não sei se vale a pena incluir Goa, Damão e Diu…).


Angola


Brasil


Cabo Verde


Guiné-Bissau


Macau


Moçambique


Portugal


São Tome e Príncipe


Timor-Leste

Maria Isabel Wrote:
Galicia?

1. Galicia no es un país ... (al menos de momento)
y
2. los que desean la independencia quieren separarse claramente del concepto de hablar portugés.

Sigo sin entenderlo. Enfin, de estas cosas hay unas cuantas que no entiendo (el otro día vi un reportaje sobre las islas soberanas y no tan soberanas de Francia ...madre mía....)

Yo tampoco lo entiendo…

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/540e...5b54b.html
CPLP: Galiza com estatuto de observador associado só com «sim» de Madrid
Lisboa, 10 Jul (Lusa) - As autoridades galegas terão de chegar a acordo com o governo central espanhol para obterem o estatuto de observador associado da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), garantiu hoje o secretário executivo da organização. Luís Fonseca recordou que as autoridades empenhadas na adesão da Galiza à CPLP já tinham sido alertadas para a necessidade do acordo prévio com Madrid. É o governo central espanhol que tem de dar "luz verde" à Galiza, insistiu o secretário-geral da CPLP, justificando a necessidade de "evitar conflitos diplomáticos". Segundo Luís Fonseca, a CPLP é formada por países, não por regiões e, portanto, a Galiza só poderá aspirar a ser um observador associado, estatuto que partilharia com os antigos territórios ultramarinos portugueses de Goa (Índia), Macau (China) e Malaca (Malásia). A mesma fonte assegurou que, se a autorização for dada às autoridades galegas, a região espanhola terá muitas possibilidades de conquistar o desejado estatuto, dadas as muitas semelhanças e até convergências com a cultura portuguesa. Neste momento, os únicos observadores associados da CPLP são a Guiné Equatorial e as Maurícias, às que se somará o Senegal na 7/a cimeira da organização marcada para os próximos dias 24 e 25 em Lisboa.


Au Wrote:
También nos trajo un tred con música adorable.

Não fui eu! Smile

http://www.instituto-camoes.pt/encarte/encarte98a.htm
A Língua Portuguesa no Senegal
É, sem dúvida, uma situação singular, a da presença da língua portuguesa no Senegal. Sobretudo quando se tem em conta que se trata de um país da área da francofonia, onde a comunidade portuguesa e as comunidades de luso-descendentes ou de estrangeiros falantes de português são quantitativamente insignificantes. Não obstante, outros factores ajudam a compreender a forte implantação da língua portuguesa no sistema educativo senegalês. Os primeiros contactos de Portugal com a região onde hoje se situa a República do Senegal remontam ao final da primeira metade do século XV e coincidem com o início da exploração da costa africana. Estes contactos explicam a presença de vocábulos de origem portuguesa em algumas das línguas autóctones com mais forte implantação no Senegal, o mais curioso dos quais é, porventura, Tugël, palavra formada por redução de Portugal que, por metonímia, passou a designar a Europa. São também razões históricas que explicam o facto de algumas populações da Baixa Casamansa, situada no sul do país, entre a Gambia e a Guiné-Bissau, terem como língua materna um crioulo de base lexical portuguesa afim do guineense, língua comummente designada de «português» que, apesar de ter vindo a perder vitalidade, tem, para muitos dos casamansenses, um valor simbólico que se traduz num efeito vitalizante e potenciador de uma identidade cultural própria. A separação das regiões da Baixa Casamansa e da vizinha Guiné-Bissau resultou de um acordo político-diplomático luso-francês, de 1886, na sequência do qual a Casamansa passou, após vários séculos de presença portuguesa, a integrar o Senegal, de influência francesa, conservando-se, no entanto, a diferentes níveis, marcas da presença portuguesa na região. Assim, os laços históricos entre as duas regiões ajudam a compreender a invulgar presença da língua portuguesa no ensino secundário de Casamansa. Por outro lado, a proximidade geográfica de Cabo Verde e da Guiné-Bissau propiciou que, desde o início do século XX, muitos cabo-verdianos e guineenses emigrassem para o país vizinho, constituindo, no Senegal, duas influentes comunidades, falantes de crioulos de base lexical portuguesa, que frequentemente se miscigenaram com as populações locais, sendo fácil registar apelidos senegaleses como Alvarenga, Barboza, Carvalho, Corréa, Gomis, Mendy, Preira, Sylva, Tavares, etc. Para muitos senegaleses, o português é, mais do que uma das disciplinas que se aprendem ou que se ensinam nos "collèges", nos liceus ou na universidade, uma língua de adopção. Por isso, questionados os estudantes sobre as razões que os levaram a escolher o Português, obtemos respostas como: "é uma língua que me apaixona", "acho que não há outra língua mais importante do que esta", "é a língua mais bonita para falar de amor" ou "porque tenho nostalgia dela".São essas pessoas que alimentam as actividades dos Clubes de Português, de um recém-criado Comité de Defesa e Promoção da Língua e Cultura Portuguesa e de uma Associação de Professores de Português e que justificam a presença do Instituto Camões no Senegal.Actualmente, é o Instituto Camões que assegura quer a permanência de um Leitor na Faculdade de Letras e na FASTEF da UCAD quer o financiamento de múltiplas actividades, dirigidas prioritariamente aos estudantes de Português do ensino universitário e aos alunos e professores do ensino secundário do Senegal, actividades que, doravante, contarão com um importante suporte – o Centro de Língua Portuguesa de Dacar.
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